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Mauritânia

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População total

5.233.000

População não alcançada

5.217.000 (99,7%)

População não alcançada de fronteira

2.805.000 (53,6%)

Grupos de povos

21

Grupos de povos não alcançados

17 (81,0%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

6 (28,6%)

Cristãos aderentes

0,2%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia

Hassaniyya

Islamismo

0-0,1%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Fulfulde, Maasina

Islamismo

0-0,1%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Pulaar

Islamismo

0,1-2%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Soninke

Islamismo

0,1-2%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Tamasheq

Islamismo

0-0,1%

 Somente Porções, necessita tradução completa


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes de existir como país, a região da atual Mauritânia era habitada por povos berberes e grupos africanos subsaarianos, como os soninquês, fulanis e wolofs. A área fazia parte das rotas comerciais transaarianas, ligando o norte da África ao Sahel. Entre os grandes Estados históricos estiveram o Império de Gana (séculos VIII–XI), que controlava o comércio de ouro e sal, e mais tarde o Império Almorávida, de origem berbere e islâmica, que se expandiu para o norte da África e a Península Ibérica. Religiosamente, o islã espalhou-se a partir do século XI, tornando-se a principal religião e moldando profundamente a cultura local. Práticas animistas sobreviveram entre comunidades rurais. Entre os aspectos positivos estão a integração comercial, circulação de ideias e formação de centros religiosos. Por outro lado, houve guerras, escravidão e hierarquias sociais rígidas. (Foto em africanhistoryextra.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Com o avanço do islã, consolidou-se uma sociedade tribal estruturada em clãs árabes e berberes, além de populações negras africanas. Surgiram distinções sociais profundas, com grupos dominantes e populações subordinadas. A cultura mauritana formou-se a partir da mistura entre tradições árabes, berberes e africanas. A língua árabe hassaniya tornou-se dominante, mas línguas africanas como pulaar e soninquê continuaram vivas. Entre os aspectos positivos estão a forte identidade religiosa e tradição oral. Por outro lado, persistiram desigualdades, exclusão social e práticas de escravidão. (Foto por DorSteffen, em bbc.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
No final do século XIX, a Mauritânia foi incorporada ao Império Colonial Francês como parte da África Ocidental Francesa. A colonização trouxe administração moderna, fronteiras nacionais e infraestrutura limitada. Porém, os franceses mantiveram as elites tradicionais no poder, reforçando hierarquias sociais. A economia permaneceu frágil e dependente. Entre os aspectos negativos estão perda de autonomia, repressão cultural e exploração econômica. (Foto em picryl.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
A Mauritânia tornou-se independente em 1960. Desde então, enfrenta instabilidade política, golpes militares e tensões étnicas entre populações árabes e africanas. Hoje, a população é majoritariamente muçulmana, com diversidade cultural significativa. Apesar de avanços em educação e infraestrutura, o país sofre com pobreza, desigualdade e heranças do sistema de castas. O grande desafio é construir uma identidade nacional inclusiva, superando divisões históricas e autoritarismo político. (Foto por Xinhua, em english.news.cn)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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