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Cristão é atacado após ação evangelística em Uganda

  • Foto do escritor: Raphaelson Steven Zilse
    Raphaelson Steven Zilse
  • 29 de jun.
  • 2 min de leitura
Localização do Distrito de Mayuge em Uganda. Colaboradores do OpenStreetMap, Jarry1250 e NordNordWest, Creative Commons. Em christiandaily.com
Localização do Distrito de Mayuge em Uganda. Colaboradores do OpenStreetMap, Jarry1250 e NordNordWest, Creative Commons. Em christiandaily.com

Uganda (ChristianDaily) - Um cristão que foi atacado após participar, junto com sua esposa, de uma ação evangelística no leste de Uganda em 14 de junho continua recebendo tratamento médico devido aos ferimentos sofridos, segundo fontes locais.


David Musobya, de 37 anos, havia viajado para Mayuge, no distrito de Mayuge, para participar de um culto noturno em uma igreja e, posteriormente, de uma atividade de evangelismo nas ruas, informou uma fonte que conversou com ele no hospital.


Enquanto ele e sua esposa retornavam para o local onde estavam hospedados, no Centro Ikulwe, por volta das 19h, cerca de nove muçulmanos os abordaram e questionaram sua presença na região e a distribuição de materiais cristãos.


Segundo Musobya, o grupo se opôs à pregação sobre Cristo e ao uso da cruz na adoração, o que deu início a uma discussão. De acordo com sua esposa, Elizabeth Nakato, os agressores passaram então a atacá-lo com objetos contundentes na cabeça.


“Outros o agarraram, o empurraram ao chão e começaram a pisoteá-lo e chutá-lo, enquanto a agressão continuava com diversos objetos”, relatou Nakato. “Meu marido sofreu fraturas na perna esquerda e na mão direita.”

Ela contou ainda que os agressores rasgaram a Bíblia de Musobya e continuaram a espancá-lo até que ele perdesse a consciência.


“Dou graças a Deus porque os atacantes não me agrediram”, acrescentou.

Os agressores fugiram quando um caminhão carregado de cana-de-açúcar passou pelo local. Os ocupantes do veículo socorreram Musobya e o levaram para uma unidade de saúde em Mayuge, onde ele permanecia em tratamento até o momento da publicação desta reportagem.


O pastor da igreja, Joseph Omala, afirmou que a congregação pretende registrar uma ocorrência policial assim que Musobya receber alta hospitalar.


Até o fechamento desta matéria, as autoridades não haviam divulgado qualquer declaração oficial sobre o caso.


O ataque é o mais recente entre diversos episódios de perseguição contra cristãos em Uganda documentados pela Morning Star News.


A Constituição de Uganda e outras leis do país garantem a liberdade religiosa, incluindo o direito de divulgar a própria fé e de se converter de uma religião para outra. Os muçulmanos representam cerca de 12% da população ugandense, com maior concentração nas regiões orientais do país.


Por Morning Star News, em Christian Daily International.

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