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A3 mobiliza ajuda aos sobreviventes das enchentes no Nepal após o colapso mortal de uma geleira

  • Foto do escritor: Raphaelson Steven Zilse
    Raphaelson Steven Zilse
  • há 4 dias
  • 3 min de leitura

Uma vista aérea mostra casas cobertas pela lama após as enchentes repentinas em Devighat, no município de Bidur, distrito de Nuwakot, no Nepal, em 27 de agosto de 2026. A agência de gestão de desastres do Nepal informou que 823 pessoas permaneciam incomunicáveis em 27 de agosto, mais de 24 horas após uma enchente devastadora atingir a região fronteiriça com o Tibete. Foto por AFP Contributor/AFP via Getty Images, em abcnews.com
Uma vista aérea mostra casas cobertas pela lama após as enchentes repentinas em Devighat, no município de Bidur, distrito de Nuwakot, no Nepal, em 27 de agosto de 2026. A agência de gestão de desastres do Nepal informou que 823 pessoas permaneciam incomunicáveis em 27 de agosto, mais de 24 horas após uma enchente devastadora atingir a região fronteiriça com o Tibete. Foto por AFP Contributor/AFP via Getty Images, em abcnews.com

Nepal (MNN) - Houve pouco tempo para escapar. Na manhã de quarta-feira, 26 de agosto, um bloco de uma geleira se desprendeu de uma encosta das montanhas do Himalaia, no Tibete. A massa de gelo e rochas formou uma represa no rio Lhende, abaixo, que logo se rompeu. Isso provocou enchentes repentinas e devastadoras, que avançaram para regiões mais profundas do Tibete e também atravessaram a fronteira para o distrito de Rasuwa, no Nepal, seguindo depois rio abaixo.


O número de mortos ultrapassou 390 na quinta-feira, enquanto mais de 1.400 pessoas continuavam desaparecidas. [de acordo com a atualização dos dados, há mais de 900 fatalidades e 4.800 pessoas desaparecidas]


“Mais de sete usinas hidrelétricas foram danificadas. Não há eletricidade neste momento”, afirma Chitry, da A3. Onze igrejas ligadas à rede da A3 foram afetadas pelas enchentes repentinas. Uma delas estava localizada no epicentro da área atingida pela tragédia, e o pastor aparentemente é o único sobrevivente.


No entanto, a comunicação continua difícil, quando não impossível. Chitry planeja viajar até a área atingida pelo desastre para avaliar as necessidades. Talvez seja necessário obter autorização das forças de segurança locais.


“Altos níveis do governo estão se reunindo e discutindo como podem ajudar a área atingida pelo desastre”, afirma. “Eles continuam trabalhando neste momento e também estão dando prioridade às mulheres e às crianças, especialmente.”


É nesse momento que entra em ação o Corpo de Cristo. Chitry explica:

“Precisamos ir até o lugar onde as pessoas estão sofrendo, onde precisam de ajuda, colocando-nos em ação e mostrando a elas o amor de Deus.”

Anos atrás, a rede da A3 ajudou sobreviventes de um terremoto no Nepal. Várias pessoas se tornaram cristãs depois de testemunharem o trabalho realizado por eles.


Por favor, ore para que haja consolo para aqueles que perderam familiares, ajuda prática para os que perderam suas casas e um despertamento espiritual entre todos os sobreviventes das enchentes.


“Deus não está punindo as pessoas, mas Deus está, na verdade, ensinando-nos a nos voltarmos para Ele e retornarmos a Ele”, afirma Chitry.


“Tudo o que eles perderam, está perdido. Mas Deus preservou suas vidas para que possam se voltar para Ele, conhecê-Lo e experimentar Seu amor nesta situação.”


Por Katie O'Malley, em Mission Network News.


(ATUALIZAÇÃO pelo H11 - A situação no Nepal se agravou desde os primeiros relatos sobre o colapso de uma geleira no Himalaia. O número de mortos no Nepal e no Tibete já ultrapassa 900, enquanto cerca de 4.800 pessoas continuam desaparecidas, segundo as informações mais recentes. No Nepal, além das centenas de fatalidades s e milhares de desaparecidos, equipes de resgate enfrentam enormes dificuldades para alcançar áreas isoladas pelos deslizamentos, pela destruição de estradas e pontes e pelas condições climáticas adversas.


As operações de emergência também se concentram em centenas de trabalhadores que podem estar presos em túneis de projetos hidrelétricos nas regiões de Rasuwa e Nuwakot. Equipes nepalesas, com apoio especializado da China e da Índia, utilizam equipamentos pesados, helicópteros, drones e equipes de busca para tentar localizar sobreviventes. O desastre já afetou dezenas de milhares de pessoas e provocou graves danos à infraestrutura e à geração de energia do país.


Diante da dimensão da tragédia, igrejas e organizações cristãs como a A3 continuam sendo chamadas a agir junto às comunidades afetadas, oferecendo assistência prática, consolo e esperança.


O H11 Sem Fronteiras permanece acompanhando a situação e conclama a Igreja a continuar em oração pelas famílias enlutadas, pelos desaparecidos, pelos sobreviventes e pelas equipes que trabalham no resgate.)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
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