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Tailândia


População total
71.255.000
População não alcançada
61.267.000 (86%)
População não alcançada de fronteira
3.366.000 (4,7%)
Grupos de povos
110
Grupos de povos não alcançados
73 (66,4%)
Grupos de povos não alcançadas de fronteira
24 (21,8%)
Cristãos aderentes
1,8%
Escala de progresso

Grupo étnico-linguístico | Língua primária | Religião primária | Quantidade de cristãos | Tradução da Bíblia |
|---|---|---|---|---|
Kayah | Budismo | 10-50% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testament | |
Kui | Budismo | 0,1-2% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testament | |
Lao Phuan | Budismo | 0,1-2% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Pattani | Islamismo | 0-0,1% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testament | |
Nyaw | Budismo | 0,1-2% | Somente Porções, necessita tradução completa |
CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Antes de existir como Tailândia, a região era habitada por diversos povos austro-asiáticos e tai-kadai, como os Mon, Khmer e os primeiros grupos tai. Durante séculos, esses povos formaram reinos influenciados pela civilização indiana, como Dvaravati e o Império Khmer, que dominaram grande parte do Sudeste Asiático.
A religião predominante era o hinduísmo e o budismo, trazidos da Índia. Esses sistemas religiosos influenciaram profundamente a arte, a arquitetura e a organização política. Templos, estátuas e sistemas administrativos centralizados surgiram nesse período.
Entre os pontos positivos estavam o florescimento cultural, a agricultura irrigada e as redes comerciais regionais. Como aspectos negativos, existiam guerras constantes entre reinos rivais e exploração da população camponesa pelas elites. (Foto em thaiwebsites.com)

A partir do século XIII, os povos tai migraram do sul da China e estabeleceram reinos próprios, como Sukhothai e Ayutthaya. Esses Estados consolidaram a língua tailandesa, o budismo Theravada e a monarquia como pilares da identidade nacional.
Ayutthaya tornou-se um grande centro comercial, recebendo mercadores europeus, árabes e chineses. A Tailândia se destacou por nunca ter sido oficialmente colonizada por potências europeias, embora tenha sofrido forte pressão britânica e francesa.
O lado positivo foi a preservação da soberania e da cultura. O lado negativo incluiu centralização do poder e desigualdade social. (Foto em inasiatravel.com)

No século XIX, durante os reinados de Rama IV (Mongkut) e Rama V (Chulalongkorn), o Sião iniciou um amplo processo de modernização para evitar a colonização europeia. Os reis promoveram reformas administrativas, diplomáticas e educacionais, aproximando o país de modelos ocidentais enquanto preservavam a monarquia e a identidade tailandesa.
Foram construídas estradas, ferrovias e instituições modernas de governo. A escravidão foi gradualmente abolida, e o Estado centralizou maior controle sobre as províncias. Ao mesmo tempo, o país perdeu alguns territórios para britânicos e franceses em negociações diplomáticas, mantendo porém sua independência.
O budismo Theravada continuou como elemento central da sociedade, ligado à monarquia e à vida cotidiana. A influência ocidental trouxe novas ideias políticas, científicas e culturais, especialmente entre as elites urbanas.
Entre os aspectos positivos destacam-se modernização, reformas sociais e preservação da soberania nacional. Por outro lado, houve aumento da desigualdade entre elites e população rural, além de maior centralização política.
Esse período consolidou as bases do Estado tailandês moderno e preparou o país para as transformações do século XX. (Imagem em ramav.com)

No século XX, a Tailândia passou por golpes militares, conflitos políticos e crescimento econômico acelerado. A maioria da população é budista, com minorias muçulmanas, cristãs e chinesas.
O país apresenta rica cultura, turismo forte e economia diversificada. Porém, enfrenta desafios como desigualdade, instabilidade política e tensões regionais. (Foto em urlaubsguru.com)
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