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Senegal

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População total

18.703.000

População não alcançada

15.312.000 (81,9%)

População não alcançada de fronteira

9.247.000 (49,4%)

Grupos de povos

58

Grupos de povos não alcançados

30 (51,7%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

11 (19%)

Cristãos aderentes

4,6%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia


Balanta

Religiões étnicas

2-5%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Bainouk

Religiões étnicas

10-50%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Oinyan

Religiões étnicas

10-50%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Jola Kasa

Islamismo

5-10%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Saafi-Saafi

Islamismo

10-50%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes da formação do Senegal como país, a região era ocupada por diversos povos africanos, principalmente os Wolof, Serer, Toucouleur (Peul/Fulani), Mandinga e Diola. Esses grupos organizaram reinos e confederações, como os reinos de Tekrur, Jolof, Cayor, Baol e Sine-Saloum, que possuíam sistemas políticos centralizados, agricultura desenvolvida e intenso comércio regional. O Islã começou a se difundir a partir do século XI, trazido por comerciantes transaarianos, convivendo com religiões tradicionais baseadas no culto aos ancestrais e às forças da natureza. Essa convivência religiosa moldou profundamente a cultura senegalesa, marcada pela tolerância e pelo sincretismo. Aspectos positivos desse período incluem a autonomia política, a forte identidade cultural e as redes comerciais com o Saara e a África Ocidental. Entre os aspectos negativos estavam guerras entre reinos rivais e a participação no comércio de escravizados, que afetou profundamente as populações locais. (Foto em hippostcard.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
A partir do século XV, portugueses, holandeses e franceses passaram a frequentar a costa senegalesa. A ilha de Gorée tornou-se um dos principais centros do tráfico atlântico de escravos. Mais tarde, a França consolidou seu domínio, transformando o Senegal em sua principal colônia na África Ocidental. Durante a colonização, foram construídas cidades modernas como Dakar e Saint-Louis, além de portos, escolas e sistemas administrativos. Contudo, a economia foi organizada para atender aos interesses franceses, com monoculturas como o amendoim e uso de trabalho forçado. A colonização enfraqueceu as estruturas tradicionais e impôs o francês como língua oficial. O Islã continuou predominante, mas sob vigilância colonial, enquanto o cristianismo se expandiu em áreas urbanas. (Foto em edition.cnn.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
O Senegal tornou-se independente em 1960, sob a liderança de Léopold Sédar Senghor, um intelectual defensor do diálogo cultural. Diferente de muitos países africanos, o Senegal manteve relativa estabilidade política. O país investiu em educação, cultura e diplomacia, valorizando tanto a herança africana quanto os laços com a França. No entanto, a economia permaneceu frágil e dependente de exportações agrícolas e ajuda externa. Persistiram desigualdades sociais, desemprego e tensões regionais, especialmente no sul, na região de Casamance. (Foto em seneweb.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Hoje, o Senegal é conhecido como uma das democracias mais estáveis da África. A maioria da população é muçulmana, especialmente ligada a confrarias sufis como a Muridiyya e Tijaniyya. Também há minorias cristãs e praticantes de religiões tradicionais. A diversidade étnica continua marcante, com os Wolof predominando politicamente. A música, literatura e cinema são importantes expressões culturais. Entre os desafios estão a pobreza, a migração e a dependência econômica. Por outro lado, a estabilidade política, a tolerância religiosa e o dinamismo cultural são grandes pontos positivos do Senegal moderno. (Foto em france24.com)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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