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Mongólia

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População total

3.412.000

População não alcançada

3.180.000 (93,2%)

População não alcançada de fronteira

38.000 (1,1%)

Grupos de povos

28

Grupos de povos não alcançados

17 (60,7%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

5 (17,9%)

Cristãos aderentes

2,5%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia

Buriat

Budismo

2-5%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Daur

Religião étnica

2-5%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Dungan

Islamismo

0-0,1%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Kalmyk-Oirat

Budismo

0,1-2%

 Somente Porções, necessita tradução completa


Kalmyk-Oirat

Budismo

2-5%

 Somente Porções, necessita tradução completa


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes de existir como país, o território da atual Mongólia era habitado por povos nômades das estepes, como xiongnu, turcos e mongóis primitivos. Essas sociedades viviam do pastoreio, caça e comércio, deslocando-se constantemente em busca de pastagens. A organização social baseava-se em clãs e tribos, com liderança militar e forte cultura guerreira. Religiosamente, predominava o xamanismo, com culto aos espíritos da natureza e aos ancestrais. Entre os aspectos positivos estão mobilidade, adaptação ao ambiente e forte identidade cultural. Por outro lado, existiam conflitos constantes, invasões e violência intertribal. Esses povos moldaram uma cultura nômade única, que seria a base do futuro Império Mongol. (Foto por Dsaprin, em britannica.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Durante os séculos XIII e XIV, os mongóis unificaram as tribos das estepes sob a liderança de Gêngis Khan, formando o vasto Império Mongol, que se expandiu da China até a Europa Oriental e o Oriente Médio. O império conectou diferentes povos por meio das rotas comerciais, especialmente a Rota da Seda, facilitando trocas culturais, científicas e econômicas. A organização militar era altamente disciplinada e eficiente, baseada em mobilidade, cavalaria e alianças estratégicas. Religiosamente, houve relativa tolerância, permitindo convivência entre budistas, muçulmanos, cristãos e xamanistas. Entre os aspectos positivos destacam-se integração entre civilizações, expansão do comércio e circulação de conhecimentos. Por outro lado, ocorreram guerras destrutivas, massacres e forte dominação sobre povos conquistados. Esse período transformou a Mongólia no centro de um dos maiores impérios da história, deixando profunda influência cultural e política na Eurásia. (Foto em wildnaturetravel.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Após o declínio do império, a Mongólia foi dominada por dinastias chinesas, especialmente a Qing. No século XX, tornou-se um Estado socialista aliado da União Soviética. Entre os pontos positivos estão alfabetização, industrialização e educação. Porém, houve repressão religiosa, destruição de mosteiros e autoritarismo político. (Pintura por E.I. Deshalyt, em geohistory.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Desde 1990, a Mongólia é uma democracia, com economia baseada em mineração e pecuária. A população é majoritariamente mongol, com minorias cazaques. Religiosamente, o budismo tibetano ressurgiu, junto ao xamanismo. Entre os aspectos positivos estão liberdade política e crescimento econômico. Por outro lado, persistem pobreza, desigualdade e dependência de recursos naturais. O desafio é conciliar tradição nômade com modernização. (Foto em discovermongolia.mn)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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