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Indonésia


População total
284.202.000
População não alcançada
2000.484.000 (70,5%)
População não alcançada de fronteira
29.836.000 (10,5%)
Grupos de povos
788
Grupos de povos não alcançados
234 (29,7%)
Grupos de povos não alcançadas de fronteira
101 (12,8%)
Cristãos aderentes
11,4%
Escala de progresso

Grupo étnico-linguístico | Língua primária | Religião primária | Quantidade de cristãos | Tradução da Bíblia |
|---|---|---|---|---|
Adonara | Cristianismo | 50-100% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Batak Alas-Kluet | Islamismo | 0-0,1% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Amarasi | Cristianismo | 50-100% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento | |
Asilulu | Islamismo | 2-5% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Mai Brat | Religiões étnicas | 2-5% | Somente Porções, necessita tradução completa |
CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Antes de existir como país, o território da atual Indonésia era formado por milhares de ilhas habitadas por povos austronésios, com culturas marítimas muito desenvolvidas. Desde a Antiguidade, a região manteve intenso contato comercial com a Índia, China e o mundo árabe.
Entre os primeiros grandes reinos destacaram-se Srivijaya (séculos VII–XIII), um império marítimo budista, e Majapahit (séculos XIII–XV), de matriz hindu. Esses reinos controlavam rotas comerciais estratégicas do Sudeste Asiático.
Religiosamente, predominavam hinduísmo e budismo, misturados a crenças animistas locais. Culturalmente, floresceram artes, arquitetura e literatura, como os templos de Borobudur e Prambanan.
Entre os pontos positivos estão prosperidade comercial, cosmopolitismo e diversidade cultural. Por outro lado, existiam guerras entre reinos, escravidão e hierarquias sociais rígidas. (Foto em britannica.com)

A partir do século XIII, o islamismo espalhou-se pacificamente por meio de comerciantes árabes, indianos e persas. Gradualmente, a maior parte da população tornou-se muçulmana, embora mantendo práticas locais.
O islã indonésio assumiu características próprias, mais tolerantes e sincréticas. Sultanatos como Malaca, Aceh e Demak tornaram-se centros políticos e religiosos.
Entre os aspectos positivos estão unificação cultural, integração internacional e alfabetização religiosa. Por outro lado, houve conflitos com reinos hindus e tensões internas.
A Indonésia tornou-se a maior nação muçulmana do mundo. (Foto em factsanddetails.com)

A partir do século XVII, os holandeses dominaram a região, criando as Índias Orientais Holandesas. Implantaram um sistema colonial baseado na extração de especiarias, café, açúcar e borracha.
Entre os pontos positivos estão infraestrutura e integração ao mercado global. Porém, os impactos negativos foram enormes: trabalho forçado, fome, repressão cultural e desigualdade extrema.
A sociedade colonial era racialmente hierarquizada, com europeus no topo. (Foto por Raden Saleh, em seasia.co)

A Indonésia tornou-se independente em 1945, após a Segunda Guerra Mundial. O país enfrentou instabilidade política, ditaduras e conflitos regionais.
Hoje, possui mais de 300 grupos étnicos e grande diversidade religiosa: islã, cristianismo, hinduísmo e budismo.
Entre os aspectos positivos estão crescimento econômico e identidade nacional. Por outro lado, persistem desigualdades, autoritarismo e conflitos étnicos.
O grande desafio indonésio é conciliar diversidade, democracia e desenvolvimento sustentável. (Foto por Yuda Setiawan, em preventionweb.net)
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