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Filipinas

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População total

116.164.000

População não alcançada

6.332.000 (5,5%)

População não alcançada de fronteira

5.157.000 (4,4%)

Grupos de povos

200

Grupos de povos não alcançados

28 (14%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

9 (4,5%)

Cristãos aderentes

88,6%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia

Aklano

Cristianismo

50-100%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Agutaynen

Cristianismo

50-100%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Cuyonon

Cristianismo

50-100%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Dupaninan

Islamismo


 Somente Porções, necessita tradução completa

Jama Mapun

Islamismo


 Somente Porções, necessita tradução completa


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes da chegada dos europeus, o arquipélago das Filipinas era habitado por diversos povos austronésios, organizados em pequenas comunidades chamadas barangays. Esses grupos viviam da pesca, agricultura, comércio marítimo e artesanato, mantendo relações com a China, Índia, Indonésia e mundo árabe. Entre os principais grupos estavam os tagalog, cebuano, ilocano, bicolano, waray, tausug, maranao e os povos indígenas das montanhas, como os igorot e lumad. Religiosamente, predominavam crenças animistas, com culto aos espíritos (anito), ancestrais e forças naturais. Entre os aspectos positivos desse período estão a autonomia local, diversidade cultural e integração regional asiática. Por outro lado, existiam conflitos entre comunidades, guerras, escravidão interna e ausência de um Estado unificado. Essas sociedades eram dinâmicas, adaptadas ao ambiente insular, com forte tradição marítima e comercial. (Pintura por Fernando Amorsolo, em kahimyang.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Em 1521, o arquipélago foi colonizado pela Espanha e recebeu o nome de Filipinas, em homenagem ao rei Felipe II. A colonização durou mais de 300 anos e transformou profundamente a sociedade. O catolicismo foi imposto, substituindo grande parte das religiões tradicionais. A Espanha criou cidades, escolas, universidades e igrejas, formando uma elite mestiça e hispânica. Entre os pontos positivos estão a unificação territorial, alfabetização e integração ao mundo global. Porém, os aspectos negativos foram intensos: exploração econômica, repressão cultural, trabalho forçado e marginalização indígena. No sul, povos muçulmanos resistiram ao domínio espanhol, mantendo identidade própria. (Imagem em madligaya.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Após a Guerra Hispano-Americana de 1898, as Filipinas passaram ao controle dos Estados Unidos. Os americanos implantaram um sistema educacional moderno, difundiram o inglês e criaram instituições democráticas. Entre os aspectos positivos estão a ampliação da educação e modernização administrativa. Por outro lado, houve repressão armada, dependência econômica e interferência cultural. A identidade filipina passou a misturar influências asiáticas, espanholas e americanas. (Foto por Nicole Quevillon, em flickr.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
As Filipinas tornaram-se independentes em 1946. Desde então, enfrentaram ditaduras, corrupção, pobreza e desigualdade social. O regime de Ferdinand Marcos (1965–1986) marcou um período autoritário. Hoje, o país é etnicamente diverso e majoritariamente cristão, com significativa minoria muçulmana. Culturalmente, combina valores asiáticos, ocidentais e locais. O principal desafio contemporâneo é superar desigualdades históricas, fortalecer a democracia e valorizar suas culturas originárias. (Foto por Jeffrey Lang, em pexels.com)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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