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Sudão


População total
51.216.000
População não alcançada
48.612.000 (94,9%)
População não alcançada de fronteira
31.545.000 (61%)
Grupos de povos
198
Grupos de povos não alcançados
168 (84,8%)
Grupos de povos não alcançadas de fronteira
122 (61,6%)
Cristãos aderentes
2,3%
Escala de progresso

Grupo étnico-linguístico | Língua primária | Religião primária | Quantidade de cristãos | Tradução da Bíblia |
|---|---|---|---|---|
Amarar | Islamismo | 0-0,1% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Berta | Religiões étnicas | 5-10% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Berti | Islamismo | 0-0,1% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento | |
Shanquilla | Religiões étnicas | 10-50% | Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento | |
Ghulfan | Islamismo | 0-0,1% | Somente Porções, necessita tradução completa |
CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Antes de existir como Sudão, a região do vale do Nilo já abrigava algumas das mais antigas civilizações da África, como os reinos da Núbia: Kerma, Napata e Meroé. Esses reinos mantiveram intensas relações com o Egito Antigo, tanto comerciais quanto militares. Em certos períodos, reis núbios chegaram a governar o próprio Egito.
As populações eram diversas, com grupos de origem nilótica, núbia e afro-asiática. As religiões incluíam crenças tradicionais e, posteriormente, formas de cristianismo africano e islamismo.
Entre os aspectos positivos estavam o alto nível cultural, domínio da metalurgia e escrita própria. Como pontos negativos, havia conflitos frequentes, invasões externas e desigualdades entre elites e camponeses. (Foto por Matt Stirn, em smithsonianmag.com)

A partir do século VII, o Islã se espalhou pelo território, trazendo língua árabe e novas estruturas políticas. Surgiram sultanatos islâmicos, como o Funj e Darfur.
A islamização contribuiu para maior integração regional e identidade cultural. Porém, também marginalizou povos não árabes e não muçulmanos, especialmente no sul e oeste. (Foto por Fabian Lambeck, em commons.wikimedia.org)

No século XIX, o Sudão foi dominado por Egito e Reino Unido. A colonização impôs fronteiras artificiais, explorou recursos e criou divisões regionais profundas.
Foram introduzidas escolas modernas e ferrovias, mas o desenvolvimento beneficiou poucos. (Pintura por Stanley Berkeley, em warfarehistorynetwork.com)

O Sudão tornou-se independente em 1956. Desde então, enfrentou guerras civis, ditaduras e crises humanitárias. Em 2011, o país foi dividido, criando o Sudão do Sul.
O Sudão atual é etnicamente diverso, majoritariamente muçulmano, com minorias cristãs e tradicionais. Seus maiores desafios são paz, inclusão social e desenvolvimento. (Foto em theguardian.com)
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