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Papua-Nova Guiné

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População total

10.612.000

População não alcançada

31.000 (0,3%)

População não alcançada de fronteira

31.000 (0,3%)

Grupos de povos

886

Grupos de povos não alcançados

2 (0,2%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

2 (0,2%)

Cristãos aderentes

94,3%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia

Aighon

Cristianismo

50-100%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Agarabi

Cristianismo

50-100%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Alamblak

Cristianismo

50-100%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Swaiyanu

Religião étnica

10-50%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Ambul

Cristianismo

50-100%

 Somente Porções, necessita tradução completa


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes da formação do Estado, a região de Papua-Nova Guiné era habitada por centenas de povos indígenas, considerados entre os mais antigos do mundo, com presença humana de mais de 40 mil anos. Esses grupos desenvolveram culturas isoladas, com línguas próprias, rituais, mitologias e sistemas sociais distintos. A população era majoritariamente composta por povos papuas e austronésios. Viviam da agricultura de subsistência, caça, pesca e coleta. O isolamento geográfico favoreceu uma diversidade linguística sem paralelo: mais de 800 línguas. Religiosamente, predominavam crenças animistas, com forte ligação aos espíritos ancestrais e à natureza. Rituais, máscaras e danças tinham papel central na organização social. Entre os aspectos positivos estavam a autonomia cultural, equilíbrio ambiental e diversidade humana. Por outro lado, havia conflitos tribais, guerras constantes, canibalismo ritual em algumas regiões e ausência de instituições políticas amplas. Essa complexidade cultural formou uma das sociedades mais diversas do planeta. (Foto por Jajang Pict's, em commons.wikimedia.org)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
O contato europeu intensificou-se no século XIX, quando alemães controlaram o norte e britânicos, depois australianos, o sul da ilha. A colonização foi relativamente tardia e limitada. Missionários cristãos introduziram o cristianismo, educação formal e medicina, mas também reprimiram culturas tradicionais. Entre os aspectos positivos estão redução de conflitos tribais e alfabetização. Por outro lado, houve destruição cultural, exploração de mão de obra e perda de terras. (Foto em blogs.uoregon.edu)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Após a Primeira Guerra Mundial, a Austrália passou a administrar toda a região. Durante a Segunda Guerra Mundial, Papua-Nova Guiné foi palco de batalhas importantes contra o Japão. A guerra trouxe infraestrutura e maior integração internacional, mas também destruição e sofrimento. (Foto por James Fitzpatrick, em theguardian.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Papua-Nova Guiné tornou-se independente em 1975. O país é etnicamente extremamente diverso e majoritariamente cristão. Apesar de riqueza natural, enfrenta pobreza, corrupção e instabilidade. O desafio é conciliar tradição cultural com desenvolvimento moderno. (Foto por MSchlauch, em commons.wikimedia.org)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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