top of page

Em meio à fome e às dificuldades no Sudão do Sul, a esperança do Evangelho se espalha pelos campos de refugiados

Foto do escritor: Raphaelson Steven Zilse
Raphaelson Steven Zilse
há 5 dias
3 min de leitura
Foto mostrando a crise humanitária no Sudão do Sul, por Speak Media Uganda/Pexels, em mnnonline.org
Foto mostrando a crise humanitária no Sudão do Sul, por Speak Media Uganda/Pexels, em mnnonline.org

Sudão do Sul (MNN) — Seis cristãos sequestrados por homens armados não identificados no Sudão do Sul no mês passado foram libertados. Louvado seja Deus!


Uma reportagem do Morning Star News identifica esses cristãos como trabalhadores da organização Young Life South Sudan. Eles foram sequestrados enquanto viajavam, no final de setembro. Passaram cerca de cinco dias em cativeiro, enfrentando maus-tratos e perdendo seus pertences, antes de serem libertados em 1º de outubro.


John* (*Nome alterado para preservar a identidade) é um trabalhador do Evangelho que atua tanto no Sudão quanto no Sudão do Sul. Ele entrou em contato com um líder de igrejas sul-sudanesas, que afirmou não saber ao certo o que havia motivado os sequestradores, além da possibilidade de que buscassem dinheiro.


“Eles sabem que sempre existe essa motivação relacionada às necessidades financeiras”, afirma John.

Isso acontece porque o Sudão do Sul é um dos países mais pobres do mundo, enfrentando graves dificuldades políticas e econômicas. Um relatório da Classificação Integrada das Fases da Segurança Alimentar (IPC) estimou que, no verão deste ano, 55% dos 14,2 milhões de habitantes do Sudão do Sul enfrentavam níveis de insegurança alimentar classificados como crise ou situações ainda mais graves. É provável que esse número tenha aumentado desde então.


“Estamos à beira do que alguns consideram, inclusive a ONU, a maior catástrofe humanitária de nossas vidas”, afirma John. “Isso gera um desespero extraordinário. A violência, os roubos... esse tipo de ocorrência está aumentando enormemente.”

No cenário político, o presidente do Sudão do Sul dissolveu o governo no mês passado para abrir caminho às eleições previstas para dezembro.


“[O Sudão do Sul] tornou-se um país independente em 2011. Estamos em 2026, e o país terá sua primeira eleição. Eles tiveram menos de seis meses para se preparar. Já houve outras duas ocasiões em que uma eleição deveria ter acontecido”, afirma John.

Ore para que o mundo volte sua atenção para as crises no Sudão do Sul


Ore para que o mundo preste atenção às crises que o Sudão do Sul enfrenta. Deus está agindo em meio à luta das pessoas para sobreviver, afirma John. Uma das maneiras pelas quais isso acontece é por meio de cristãos que servem em campos de refugiados.


“No ministério em que estou envolvido, temos equipes de evangelização e de recuperação de traumas em todos esses campos no Sudão do Sul. Também desenvolvemos um ministério de assistência médica. Muçulmanos estão vindo até nós e não conseguem acreditar que os cristãos fariam esse tipo de trabalho”, afirma John.

Ele identifica um padrão na maneira como Satanás procura destruir as pessoas.


“Ele trabalha para provocar perdas, depois um profundo sofrimento por causa dessas perdas e, em seguida, a escravidão do medo de sofrer novas perdas no futuro — levando as pessoas ao ponto de acreditarem que tudo está perdido”, afirma.

“O poder do Evangelho não começa mudando as circunstâncias externas. O poder do Evangelho torna a pessoa interiormente completa. É por isso que ele representa uma ameaça tão grande ao islamismo e a outras religiões.”

A oposição aumenta à medida que o Evangelho se espalha


John afirma que muitos muçulmanos foram expulsos de suas regiões no Sudão, país de maioria muçulmana, em consequência da guerra. Ao chegarem ao Sudão do Sul, frequentemente ficam perturbados ao se encontrarem em uma situação de minoria religiosa.


Segundo John, alguns seguidores do islamismo têm interrompido estudos bíblicos e destruído estabelecimentos comerciais e casas de cristãos, “tudo como uma reação para tentar interromper o avanço do Evangelho”.


“Ore para que os cristãos mantenham o foco no Evangelho, e não em quem deve ser responsabilizado por seu sofrimento.”

Por Katie O'Malley, em Mission Network News.


Comentários


Receba mais informações aqui:

Obrigado pela inscrição!

Sem Título-2.jpg
  • Sem Título-1_edited_edited

"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

bottom of page