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Sudão do Sul


População total
12.106.000
População não alcançada
682.000 (5,6%)
População não alcançada de fronteira
0 (0%)
Grupos de povos
80
Grupos de povos não alcançados
6 (7,5%)
Grupos de povos não alcançadas de fronteira
0 (0%)
Cristãos aderentes
63,7%
Escala de progresso

Grupo étnico-linguístico | Língua primária | Religião primária | Quantidade de cristãos | Tradução da Bíblia |
|---|---|---|---|---|
Bongo | Religiões étnicas | 10-50% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Didinga | Religiões étnicas | 10-50% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Jur Modo | Religiões étnicas | 10-50% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Lotuho | Religiões étnicas | 10-50% | Somente Porções, necessita tradução completa | |
Luwo | Religiões étnicas | 10-50% | Somente Porções, necessita tradução completa |
CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Antes da criação do Sudão do Sul como país, a região era habitada por diversos povos africanos, principalmente de origem nilótica e sudânica, como os Dinka, Nuer, Shilluk, Bari, Zande e Murle. Essas sociedades se organizavam em comunidades agrícolas e pastorais, com forte valorização do gado, dos laços familiares e da liderança tradicional.
As religiões eram majoritariamente tradicionais, baseadas no culto aos ancestrais, aos espíritos da natureza e a um deus supremo criador. A cultura era transmitida oralmente, por meio de histórias, canções e rituais. A ausência de um Estado central fazia com que as relações fossem reguladas por costumes e acordos entre clãs.
Entre os aspectos positivos estavam a autonomia cultural, o equilíbrio com o meio ambiente e a forte identidade comunitária. Como pontos negativos, existiam conflitos frequentes entre grupos rivais, guerras por pastagens e ausência de infraestrutura ou serviços básicos. (Foto em smithsonianmag.com)

A partir do século XIX, a região passou a sofrer influência do Norte islâmico do Sudão e do Egito, com incursões militares, comércio de escravizados e expansão da língua árabe. Posteriormente, durante o domínio anglo-egípcio, o Sudão do Sul foi administrado separadamente do Norte, com maior presença de missionários cristãos.
O cristianismo se expandiu fortemente, especialmente entre os povos do sul, diferenciando ainda mais a identidade cultural e religiosa da região em relação ao Norte muçulmano.
A colonização trouxe escolas e algumas infraestruturas, mas também reforçou divisões regionais e limitou o desenvolvimento econômico. (Foto em iwh.icesco.org)

Após a independência do Sudão em 1956, o Sudão do Sul passou por longas guerras civis contra o governo central de Cartum. A população do sul sentia-se marginalizada política, econômica e culturalmente.
Milhões de pessoas morreram ou se tornaram refugiadas. Apesar do sofrimento, surgiram movimentos de resistência que fortaleceram a identidade nacional sul-sudanesa. (Pintura por Edward Hale, em britannica.com)

Em 2011, o Sudão do Sul tornou-se o país mais novo do mundo. A maioria da população é cristã ou segue religiões tradicionais.
Apesar da esperança inicial, o país enfrentou guerras internas, corrupção e pobreza. Entre os pontos positivos estão a diversidade cultural e os recursos naturais. Os desafios incluem construir paz, instituições sólidas e melhorar as condições de vida da população. (Foto por D Chol, em blackpast.org)
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