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Quirguistão

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População total

7.206.000

População não alcançada

6.781.000 (94,1%)

População não alcançada de fronteira

5.512.000 (76,5%)

Grupos de povos

28

Grupos de povos não alcançados

22 (78,6%)

Grupos de povos não alcançadas de fronteira

15 (53,6%)

Cristãos aderentes

3,7%

Escala de progresso

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Grupo étnico-linguístico

Língua primária

Religião primária

Quantidade de cristãos

Tradução da Bíblia

Karachay-Balkar

Islamismo

2-5%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Dargwa

Islamismo

0-0,1%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Dungan

Islamismo

0,1-2%

 Somente Porções, necessita tradução completa

Kalmyk-Oirat

Budismo

0-0,1%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento

Erzya

Cristianismo

50-100%

Possui o Novo Testamento; Necessita tradução do Antigo Testamento


CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL

Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
Antes de existir como país, o território do atual Quirguistão era habitado por povos nômades e semi-nômades de origem túrquica e iraniana. A região fazia parte das rotas da Rota da Seda, conectando a China, a Pérsia e o Mediterrâneo. Esses povos viviam principalmente do pastoreio, caça e comércio, deslocando-se pelas montanhas do Tien Shan e pelos vales férteis. A organização social baseava-se em clãs e tribos, com forte tradição oral. O épico Manas, um dos mais longos poemas épicos do mundo, tornou-se um elemento central da identidade quirguiz. Religiosamente, predominavam crenças xamânicas e animistas, com culto aos espíritos da natureza e aos antepassados. Entre os aspectos positivos desse período estavam a adaptação ao ambiente montanhoso, a mobilidade e a coesão comunitária. Por outro lado, havia conflitos frequentes entre tribos, guerras e ausência de estruturas estatais duradouras. Essas sociedades nômades formaram a base cultural do povo quirguiz, que ainda hoje preserva elementos de seu passado pastoral. (Foto em nationalgeographic.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
A partir do século VIII, o islamismo começou a se espalhar pela Ásia Central, principalmente por meio do comércio e da influência de impérios muçulmanos. Gradualmente, o islã sunita tornou-se dominante entre os quirguizes, embora práticas xamânicas continuassem presentes. A região passou a ser disputada por diversos impérios, como os karakhanidas, mongóis e timúridas. A dominação mongol no século XIII integrou o território a um vasto império, favorecendo o comércio, mas também trazendo destruição e instabilidade. Entre os pontos positivos desse período estão a integração cultural e econômica regional. Por outro lado, guerras, tributos pesados e deslocamentos populacionais afetaram profundamente as comunidades locais. (Foto por Olli0815, em livetheworld.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
No século XIX, o Quirguistão foi incorporado ao Império Russo. A colonização trouxe assentamentos eslavos, perda de terras tradicionais e revoltas locais. Posteriormente, sob a União Soviética, o país passou por industrialização, alfabetização e sedentarização forçada. Entre os aspectos positivos estão educação, infraestrutura e igualdade formal. Porém, os impactos negativos incluem repressão cultural, coletivização violenta e destruição do modo de vida nômade. (Pintura por Aleksander Orlowski, em rbth.com)
Alas Foto por GregnTrees, em joshuaproject.net.jpg
O Quirguistão tornou-se independente em 1991. Desde então, enfrentou instabilidade política, revoluções e dificuldades econômicas. O país é etnicamente diverso, com quirguizes, uzbeques, russos e outros grupos. Religiosamente, predomina o islã, com presença do cristianismo ortodoxo. O desafio atual é fortalecer instituições democráticas, reduzir desigualdades e preservar a identidade cultural em um mundo globalizado. (Foto por Aitenir, em commons.wikimedia.org)

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"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem"
Hebreus 11:1

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